Sintomas como estresse, insônia, ansiedade, hipertensão e episódios depressivos continuam recorrentes, enquanto 52% dos adultos passaram por tratamento psicológico ou psiquiátrico desde a tragédia.
Contaminação
A insegurança sanitária marca a rotina. Segundo o levantamento, 77% das famílias vivem com medo constante de contaminação dos alimentos.
O estudo aponta a permanência de metais pesados - manganês, arsênio, chumbo, mercúrio e cádmio - em diferentes matrizes ambientais. A água permanece como principal vetor de risco: 85% dos domicílios relatam impactos no uso dos copos d’água, enquanto 75% afirmam que o fornecimento e a qualidade estão comprometidos.
Por RAFAEL CARDOSO - REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL /Foto: ANTONIO CRUZ/ AGÊNCIA BRASIL
